Já vi fazerem todo tipo de bobagem: Já vi dizerem que modificaram código, prometer lançar as modificações, colocarem no ar um arquivo cujo mds5sum batia com o original e depois nunca mais tocarem no assunto, já vi dizerem que lançaram código livre e o código ser na verdade uma mistureba de arquivos com copyrights obscuros e sem licença, já vi quererem perverter conceitos. Pelo visto não é privilégio somente brasileiro, nem do conceito software livre.
Começaram a perverter o sentido de Open Source agora. E a pendenga da LPG-AP da Celepar continua, e por incrível que pareça os responsáveis continuam defendendo seu direito de perverter o conceito alegando que os objetivos do movimento do Software Livre no Brasil (de onde eles tiraram que sabem quais os objetivos do movimento aqui?) são diferentes daqueles do movimento nos EUA. Hmm.

Isso é triste. Muito triste.
Pelo menos essa estupidez de se tentar perverter as definições de “software livre” e “código aberto” não acontecer só aqui, como reclama o Michael Tiemann.
Alguns “buzz-word journalists” dizem que a reação da OSI a esse absurdo merece o nome de “Open Source 2.0“. HEHE.
Aqui não temos patente de software e vamos do mesmo jeito brigar contra porque á fora eles brigam. É um argumento para dizer que nos EUA é diferente?
Eu não entendi o que patente tem a ver nessa questão…