O substituto do gksu demorou, mas vem aí!

E já estava na hora! O gksu, embora na época tenha feito uma enorme diferença na usabilidade de desktops GNOME de sistemas não-red hat não parece se encaixar na atual estrutura do desktop livre. As novas estruturas de gerenciamento de dispositivos removíveis foram as primeiras a mostrar uma forma mais inteligente de tratar tarefas que necessitam de maiores privilégios: o que eles fizeram foi separar a política do mecanismo, que aliás é uma das primeiras boas práticas em que se deve pensar ao projetar sistemas.

A idéia é que as aplicações que desenham janelas e permitem que o usuário decida o que quer não precisam de nenhum privilégio maior, e não é bom que se tenha todo o código da GTK+, por exemplo, rodando como root. Uma ferramenta menor, e somente com as dependências realmente necessárias faz o trabalho sujo de, com privilégio de root, executar as tarefas que necessitam dele; no caso dos dispositivos removidos esse é o pmount, mais recentemente o gnome-mount.

Agora esse modelo está sendo trazido de maneira mais geral para os nossos desktops livres, através do PolicyKit. Eu já estou lendo a documentação e os posts de blog para reescrever o gksu para usar o PolicyKit como base. Isso vai fazer com que ele pare de ser um wrapper para su e sudo, finalmente, com um design muito mais elegante. Ainda haverá aplicações que terão de rodar com uid 0 por algum tempo. Eu, particularmente, vou começar desde já a torcer para que o gksu deixe de ser necessário o mais rápido possível =).

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